
Khalil Gibran
"Nascer, morrer, renascer ainda e progredir sempre, tal é a lei." Allan Kardec

Nestas últimas semanas tenho escrito sobre este assunto devido às recentes mudanças que ocorreram na minha vida e consequente redefinição dos objectivos e do percurso a seguir.
Fiquei feliz por ter redescoberto o caminho e saber afinal o que tenho a fazer para alcançar os meus objectivos.
Depois de toda esta etapa de reestruturação vem parar-me às mãos um pequeno livro que abri ao acaso e onde me deparo com a seguinte frase:
“Nunca é tão fácil perder-se como quando se julga conhecer o caminho”
Fiquei completamente atordoado com o alcance do velho provérbio chinês e a verdade que ele contém. Quais são as probabilidades que depois de tudo me viesse cair nas mão um aviso desta importância? Reflecti e conversei com uma amiga sobre o assunto. De facto no caminho existem variadíssimos desvios, atalhos e distracções e é necessário estar atento. Foi isso que o mestre nos aconselhou : Orai e vigiai! O aviso não poderia ter chegado em melhor altura. Vou ficar mais atento e vigilante...

Imagem: Relógio Astronómico de Praga
Ontem à noite ao ver uma reportagem no telejornal sobre a solidão, vi-me confrontado com uma das situações mais difíceis de suportar e que é a realidade de muitos milhares de pessoas no mundo mas também no nosso país, quer nas grandes cidades quer no espaço rural. No decorrer da reportagem uma das entrevistadas com 102 anos contava a sua história. Viúva, sem filhos, vivia sozinha há já 50 anos. Tinha dificuldades de locomoção, sobrevivia sem sair à rua com a ajuda de uma vizinha, dizia já estar habituada e concluiu o relato dizendo que apesar da solidão não tinha pressa em fazer a “viagem”... Dei uma risada com gosto pela maneira como a frase foi dita! A expressão daquela senhora ficou-me na cabeça.
“Não tenho pressa em fazer a viagem!”
Na série “Entre vidas” que passa na SIC em contraposição ouvi uma outra concepção para o envelhecimento, solidão e a viagem. Uma senhora idosa num lar de terceira idade dizia à neta que se sentia muito bem no Lar, que não se preocupava com nada, as pessoas eram simpáticas, tratavam de tudo e ainda apareciam de vez em quando uns cavalheiros muito bem parecidos. Perante a preocupação da neta que insistia em querer levá-la para casa ela responde que não. Que já tinha muita idade, que o mundo é um grande relógio que nunca pára, que sabia o tempo que lhe restava e que aguardava a hora de poder fazer a viagem...
Fiquei pensativo e comparei as duas situações. Ambas com idade avançada, tinham vivido o seu tempo, tinham feitos escolhas, seguiram o seu caminho e com o tempo a esgotar-se têm perspectivas diametralmente opostas.
Uma vive feliz com a situação que tem, sabe que o relógio não pára que a viagem está marcada e aguarda a hora de poder partir em paz, a outra sente na pele a solidão, depende da boa vontade dos vizinhos para quase tudo e mesmo depois de um século de vida não está preparada para enfrentar a morte.
Acho que a diferença destas duas histórias está na vivência espiritual de cada uma delas. Quando alguém vive a espiritualidade de forma sã e consciente não receia a morte, porque a morte é uma passagem... passagem para um nível superior de consciência onde a aprendizagem que fazemos na terra produz realmente os seus efeitos.
Quem faz o percurso certo vive o seu tempo tranquilamente e sabe que não está só!

Por vezes a vida quer dizer-nos qual é o nosso caminho e nós teimamos em não querer escutar. Fingimo-nos ocupados, distraídos, pensamos que podemos vencer algumas contrariedades e ultrapassar as dificuldades do caminho errado. Acontece porém que o fardo do caminho errado vai-se avolumando até ficar demasiado pesado e vai chegar o dia em que vamos olhar em frente e damos conta que estamos no meio de uma encruzilhada que nos leva por caminhos pedregosos, impossíveis de fazer com o peso que transportamos. É nesses momentos que atingimos os nossos limites, e uma simples palavra faz com que o clic aconteça, dizemos BASTA!
Primeiro vem a turbulência provocada pela viragem abrupta do nosso destino, depois pomos as ideias em ordem, definimos o que queremos e mais importante que isso, definimos aquilo que não queremos, tomamos decisões e quando isso acontece a vida volta a sorrir-nos como que a dizer “Agora sim encontraste o caminho que te tenho tentado mostrar...”
Depois das decisões tomadas faz-se luz no nosso espírito e tudo fica mais claro, o caminho afigura-se aprazível, deixamos o fardo para trás e voltamos a caminhar com segurança. À medida que isso acontece as portas vão-se abrindo, encontramos as respostas certas, oportunidades de crescer e as pessoas que nos podem abrir horizontes. Não há coincidências. O aprendizado passa pela experiência e eu não vou esquecer esta lição!
Agora que defini o caminho olho para o mundo, para os outros e para mim de maneira diferente. Sinto as coisas de forma mais carinhosa, mais simpática, mais curiosa mais pura. Sinto a energia dos outros, da natureza, do Universo e de Deus, pergunto-me mais vezes como, quando, porquê... Onde posso fazer a diferença? Que contributo posso eu dar na construção da grande obra?
Ser feliz, vibrar na sintonia dessa felicidade maior, liquidar o meu Karma através da aprendizagem e transmitir aos outros essa força interior chamada AMOR!

Há pessoas que seguem o mesmo padrão ano após ano sem conseguirem fazer o aprendizado de "quiron". Relação após relação, atraem o mesmo tipo de pessoas; sim isso mesmo, aquelas que a fazem sofrer, desesperar, despedaçar o coração e morrer aos pouquinhos.
Nessa caminhada as pessoas colocam a pergunta: meu Deus que mal fiz eu para atrair sempre a mesma coisa!?
Deus se respondesse diria algo como: só tu sabes porque teimas ir sempre nesse caminho quando eu já te revelei tudo. Sê paciente...
Na verdade esse padrão serve para expiar culpas. Culpas???? Sim... pela 4ª 5ª ou 8ª vez, uma pessoa fez-te passar pela mesma situação, porquê?
A resposta fácil: são todos iguais e tu é que estás desencontrada neste mundo.
A resposta correcta: A ilusão de que tens que sofrer esse tipo de padrão é que te faz permanecer nesse caminho. A ilusão que tens que sofrer o bastante para pagar uma culpa que nem tu mesmo sabes bem qual é. A ilusão, ilusão e ilusão... Perdoa-te por não seres igual e vê que podes mesmo ser feliz. Como? Deixa de controlar os outros para que caminhem todos no teu caminho, no mesmo ritmo, no mesmo horário e com as mesmas vivências.
Recorda-te, a dor se a vivenciares bem é ilusória, vem de fora para dentro porque tu não preenches o teu interior com as TUAS COISAS, e sim queres viver as coisas dos outros.
Quiron abdicou da sua imortalidade, tu só tens que abdicar da tua ilusão de controlo e dependência.
É conhecida a história mitológica de Quiron, filho de Saturno e de uma ninfa, que um dia é acidentalmente ferido por Hércules. Quiron é imortal logo a sua ferida transforma-se num tormento diário, um caminho de aprendizado onde o objectivo é o domínio sobre a obscuridade interior.
Todos nós temos algo de Quiron, uma ferida que ou nasce connosco ou nos é provocada por terceiros;
- mágoas, ressentimentos, ódios, amores mal curados, solidão, vazio, incompreensão, ausência de objectivos, inferioridade, ansiedade, necessidade de amor... (poderia continuar)
Acontece que Quiron farto de sofrer, resolve trocar a sua imortalidade pela vida de Prometeus.
O seu sacrifício liberta-o...
Quantos de nós não fazemos diariamente este percurso!? Levando as costas as nossas feridas, procuramos alguém com que nos possamos sacrificar, trocar a vida pela liberdade e ausência de sofrimento, porém não o conseguimos fazer, porquê?
Porque Quiron ao sacrificar-se esqueceu-se que era Prometeu que deveria ser castigado, era ele que devia passar pelo seu aprendizado.
Assim todos nos vivemos esta relação Quiron-Prometeus. Um quer-se sacrificar e o outro acarreta culpas em si. Quem opta pelo papel de Quiron, age como salvador, curador, pai ou mãe. Quem age como Prometeus anseia ser poupado da morte, mas leva consigo uma necessidade de ser castigado, maltratado, ferido até que a sua morte também aconteça.
Um dia acontece algo imprevisto, Prometeus torna-se Quiron, expia as suas culpas e também ele sacrifica a sua vida em favor de outro. De culpado passa a salvador...
Com o Natal à porta começa o corre corre nas lojas em busca do melhor presente para os que nos são mais chegados e para nós também. O meu presente este ano já está nas minhas mãos. Comprei um cd ! Mas não é um cd qualquer, é excepcional. Trata-se de uma compilação de música sacra para coro de vários compositores e de diferentes épocas interpretados pelo coro de New College, Oxford
Todas as músicas são magnificas e escolhidas a dedo, que nos fazem vibrar numa sintonia de harmonia interior e paz de espírito que nos transporta para outra dimensão.
Fica a sugestão...
Mensagem Mundana que o Tarot tem para você - É preciso nunca deixar de escutar a Sabedoria da Alma. Existem momentos em que a personalidade se deslumbra, deseja e busca conseguir coisas que trazem dor e sofrimento no futuro. O “sucesso” que estas cartas indicam agora, pode ser um destes momentos. É preciso não esquecer que resultados “positivos” que estejam em desacordo com a missão e a finalidade da alma encarnada só trarão abandono, dor e sofrimento no futuro. Escute mais o que sua Alma tem a dizer.
Mensagem Espiritual que o Tarot tem para você - Para começar algo verdadeiro sob o ponto de vista da vida espiritual é preciso ganhar a batalha contra os impulsos mundanos, a vida anímica e a cegueira moral utilizando-se da inteligência, do saber espiritual e do aprender a ouvir e seguir os conselhos cotidianos dados pela alma.
O Louco - A vida é um Túnel de Pressão. Quanto mais vivemos, mais responsabilidades e amarras criamos. Chega um determinado momento que viver muito mais para os outros do que para nós, transforma-se no cotidiano de nossas vidas. É um caminho sem volta. Tudo o que construímos, ou não, estará sempre conosco. É preciso ter cuidado com o que buscamos ou queremos da vida para não sonhar coisas impossíveis. De repente conseguimos o que queremos e a nova realidade torna-se tão ou mais curta do que um fugaz sonho. A resposta do Tarot é "positiva". Paz, felicidade, alegria e riqueza espiritual e material
Radhai

É costume dizer-se que da discussão nasce a Luz, e que depois de uma tempestade vem a bonança. Pois bem, mais uma vez esta sabedoria se revelou correcta e verdadeira. Depois de chegar ao limite das minhas forças, de verbalizar novamente a angústia de não estar a fazer a coisa certa e sentir que estava a perder tempo precioso da minha vida disse para mim mesmo: BASTA!! Nestes momentos difíceis Deus coloca-nos no colo de uma pessoa amiga e mostra-nos o caminho. Fez-se Luz!
Vou tentar resolver o problema às falas, se não resultar bato com a porta e arrumo de uma vez com a situação. Ponto final parágrafo
Uma tempestade interna que rebentou com as amarras deu lugar à bonança da Paz de Espírito. Vou ser eu próprio, alegre, confiante e persistente como sempre... e agir de acordo com a minha consciência.
Thanks my dear friend... Love you :P

Pergunta tonta: Porque nos sentimos permanentemente insatisfeitos?
Resposta fácil: Porque não fazemos aquilo que gostamos de fazer, que nos satisfaz, completa, preenche e dá prazer.
Ponto final nesta verdade quase La Palissiana ou haverá algo mais por detrás deste aparente facilitismo?
Tenho andado irritado, cansado e a deitar contas à vida. Pergunto-me no caminho para o trabalho o que é que faz com que todas as pessoas com quem me cruzo de carro estejam sisudas, com ar triste e cinzento a reclamar do trânsito porque não tem coragem de reclamar da vida o que é seu por direito e está ao alcance das nossas mãos.
Olhei para mim mesmo. Porque é que eu não estou a sorrir e a cantarolar ao som da música que passa na rádio como habitualmente? Estou farto! Cansado de carregar ás costas o peso das coisas que não gosto de fazer e que não me dizem nada... e ainda assim continuo a fazê-las.
Pergunta tonta: Porque nos sentimos permanentemente insatisfeitos?
Resposta fácil: Porque a insatisfação é inerente a todo o ser humano!
Quem é baixo queria ser um nadinha mais alto, quem é gordo e se enche de gulodices, passa uma vida de frustração porque queria ser magro mas não quer deixar de comer tudo o que lhe apetece; quem é magro queria continuar a sê-lo mas comer tudo o que os gordos comem e vive frustrado com dietas infindáveis; quem é careca quer cabelo e quem o tem queria tê-lo mais liso, ondulado, mais forte ou mais fino etc. Ninguém está contente com o que tem, nem consigo próprio.
Não! Resposta demasiado fácil para não ter que dizer errada!!! Nada disso.
Não estamos satisfeitos porque não temos coragem para deixar de fazer o que é mais fácil. De mandar ao ar tudo aquilo que já não nos interessa e só atrapalha o nosso caminho, desenvolvimento pessoal e espiritual.
Em primeiro lugar há que definir o que é que se quer fazer da vida e como se quer vivê-la. Depois disso é por mãos à obra e fazer-se ao caminho.
Pedi e recebereis! Não foi isto que o Mestre ensinou? Porque temos medo de pedir? Porque não pedir ajuda e força para levar avante o caminho que gizámos como sendo o caminho da felicidade?
Fazer o que gostamos é o primeiro passo para alcançar a felicidade porque se põe AMOR nas acções.
Porque é que uma advogada não abandona um emprego que considera medíocre porque sempre sonhou ser cabeleireira? Porque prefere o status de Sra. Dra. ao prazer profissional, porque é mais fácil assim e viver frustrada por causa das aparências.
É difícil retirar a máscara e deixar cair as aparências. Esta é a resposta certa à pergunta tonta.

A vivência espiritual é na verdade uma das coisas mais fantásticas que podemos experimentar. À medida que nos vamos entregando a este caminho e às experiências que vamos vivendo, vamos sentir uma maior intensidade em tudo o que vemos, sentimos e realizamos. As coisas acontecem ao seu ritmo próprio e à medida que vamos superando provas e adquirindo conhecimento, tornando essa aprendizagem parte da nossa vida no dia a dia, fazendo dela uma filosofia de vida. Não é fácil como à primeira vista parece, mas é realizável.
As pessoas com quem nos cruzamos na vida, vão surgindo também nessa sequência, na altura certa para que lhes possamos ensinar algo e aprender com essa passagem de testemunho e vice-versa. Não há coincidências.
Isto tudo para vos contar mais uma experiência que tive...
Em conversa com uma amiga que se está a iniciar nos caminhos da espiritualidade ela contou-me que estava com insónias e não conseguia descansar o suficiente. O trabalho não rendia no dia seguinte e sentia uma fadiga enorme.
Sugeri que à noite quando estivesse na cama e não conseguisse dormir, fizesse um exercício simples de meditação que costumava resultar comigo.
Disse-lhe para fechar os olhos e começar a concentrar-se numa luz amarela radiosa ou na luz de uma chama alaranjada, depois de se concentrar nessa luz deveria imaginar uma coisa muito boa que ela tivesse muita vontade de fazer e guiar os pensamentos para coisas relacionadas com isso e visualizar-se a fazer essas coisas. Expliquei que nessa altura iam começar a surgir imagens e que iria começar e ver coisas. A princípio apenas flashes como se fossem fotografias mas depois elas ganhariam uma sequência.
Disse-lhe que era forma mais fácil de abrir a mediunidade embora houvessem muitas outras técnicas, das quais também lhe falei, e que normalmente quando a pessoa começa a viajar noutra dimensão acaba por adormecer ao mesmo tempo que trabalha noutro plano.
Quando cheguei a casa, senti uma vontade enorme de fazer exactamente o que tinha sugerido à minha amiga e assim fiz. Deitei-me e fiz os exercícios tal e qual como lhe tinha sugerido e aconteceu uma coisa fantástica. Comecei a ouvir uma música. Um coro com vozes masculinas e femininas, uma melodia maravilhosa como eu nunca tinha ouvido. Era um Agnus Dei em latim, reconheci a letra mas não tinha nada a ver com as versões que eu conheço. Era um som celestial! Além das vozes havia uma parte instrumental que eu não consigo descrever por não haver qualquer semelhança com tudo o que eu já ouvi, foi lindo lindo lindo e no meio desta música maravilhosa consegui ver por 2 vezes o rosto do meu guia que fez com que eu ouvisse este coro angelical.Eu já tinha visto muitas coisas mas ouvir com esta nitidez uma coisa tão magnífica foi a primeira vez.
Eu ensinei, para que a minha amiga pudesse ter a sua experiência, e fui ensinado à medida que a ensinava a ela.
Soube dias depois que ela tinha conseguido através da meditação entrar pela primeira vez nesta dimensão única que nos transporta para o infinito porque abandonamos o invólucro corporal e libertamos o espírito...
Stress...agitação, trabalhos por fazer......relacionamentos e amizades, dúvidas e medos...amores perdidos.....raivas e ódios de estimação...momentos de angústia e vazio......
Nesse momento o Ser olha, para e sente que só lhe resta partir, afundar-se naquele abismo de vazios. Dá o salto.... cai .....
morte....nascimento....
Morte de quê?

Esta semana que passou, foi de facto uma semana cheia em todos os sentidos. Vou partilhar mais um dos acontecimentos que me preencheram e fizeram reflectir.
Vou deixar-vos com uma das cartas de Gibran que me tocou de forma mais profunda.
Mas as coisas mudaram. Esteja onde estiver, execute o trabalho que for, vejo presente a generosa lei que transforma as nossas acções em flores, e transforma essas flores em Deus.
Essa fome, que me acompanhou por tantos anos, era a vontade de ver o que estava além de mim. Tentei de diversas maneiras, e agora encontrei o único caminho certo: através de Deus.
A alma procura Deus, como o ar quente busca as alturas, e os rios correm para o mar. A alma tem dois poderes: o desejo de buscar, e a capacidade de lutar por esse desejo.
E a alma nunca perde o seu caminho, da mesma maneira que a água não corre montanha acima. Por isso todas as Almas estarão em Deus, não importa quanto tempo demore.
O sal não perde as suas propriedades, mesmo quando misturado a todas as águas do oceano. A alma não perde esta fome de Deus; ela é eterna, e um dia será saciada.
A alma jamais deixará de buscar Deus. E quando O encontrar, descobrirá que Ele também a buscava.”



Vemos as coisas como realmente são? Muitas vezes enchemo-nos de direitos e esquecemos que os outros também merecem muito do que achamos que é tudo nosso. Receber o justo, ou seja, apenas parte do que esperamos deixar-nos-ia feliz? Avaliemos melhor o que realmente merecemos para não sentir frustração, só o justo é direito nosso e apenas o justo devemos receber...


Imagem: Arcanjo Miguel - Guido Reni



Reflectindo sobre Deus e a forma como é visto, representado, adorado e até mesmo temido pelo homem desde que o mundo é mundo, achei interessante a coincidência de mitos e história comuns a quase todas as religiões. Aparentemente existe apenas um fio condutor entre elas, que é sem sombra de dúvidas a existência de um ser superior. Uma observação mais atenta vai demonstrar uma intima afinidade entre as respectivas divindades e seus atributos, bem como a origem da sua criação.

