03 maio 2020
30 janeiro 2019
La Medicina del Sapo de Sonora
07 abril 2015
Atitudes que drenam energia
2 – Sentimentos tóxicos
Choques emocionais e raiva intensa também esgotam as energias, assim como ressentimentos e mágoas nutridos durante anos seguidos. Não é à toa que muitas pessoas ficam estagnadas e não são prósperas. Isso acontece quando a energia que alimenta o prazer, o sucesso e a felicidade é gasta na manutenção de sentimentos negativos. Medo e culpa também gastam energia, e a ansiedade descompassa a vida. Por outro lado, os sentimentos positivos, como a amizade, o amor, a confiança, o desprendimento, a solidariedade, a auto-estima, a alegria e o bom-humor recarregam as energia e dão força para empreender nossos projetos e superar os obstáculos.
3 – Maus hábitos – Falta de cuidado com o corpo
Descanso, boa alimentação, hábitos saudáveis, exercícios físicos e o lazer são sempre colocados em segundo plano. A rotina corrida e a competitividade fazem com que haja negligência em relação a aspectos básicos para a manutenção da saúde energética.
4 – Fugir do presente
As energias são colocadas onde a atenção é focada. O homem tem a tendência de achar que no passado as coisas eram mais fáceis: “bons tempos aqueles!”, costumam dizer. Tanto os saudosistas, que se apegam às lembranças do passado, quanto aqueles que não conseguem esquecer os traumas, colocam suas energias no passado. Por outro lado, os sonhadores ou as pessoas que vivem esperando pelo futuro, depositando nele sua felicidade e realização, deixam pouca ou nenhuma energia no presente. E é apenas no presente que podemos construir nossas vidas.
5 – Falta de perdão
Perdoar significa soltar ressentimentos, mágoas e culpas. Libertar o que aconteceu e olhar para frente. Quanto mais perdoamos, menos bagagem interior carregamos, gastando menos energia ao alimentar as feridas do passado. Mais do que uma regra religiosa, o perdão é uma atitude inteligente daquele que busca viver bem e quer seus caminhos livres, abertos para a felicidade. Quem não sabe perdoar os outros e si mesmo, fica ”energeticamente obeso”, carregando fardos passados.
6 – Mentira pessoal
Todos mentem ao longo da vida, mas para sustentar as mentiras muita energia é gasta. Somos educados para desempenhar papéis e não para sermos nós mesmos: a mocinha boazinha, o machão, a vítima, a mãe extremosa, o corajoso, o pai enérgico, o mártir e o intelectual. Quando somos nós mesmos, a vida flui e tudo acontece com pouquíssimo esforço.
7 – Viver a vida do outro
Ninguém vive só e, por meio dos relacionamentos interpessoais, evoluímos e nos realizamos, mas é preciso ter noção de limites e saber amadurecer também nossa individualidade. Esse equilíbrio nos resguarda energeticamente e nos recarrega. Quem cuida da vida do outro, sofrendo seus problemas e interferindo mais do que é recomendável, acaba não tendo energia para construir sua própria vida. O único prêmio, nesse caso, é a frustração.
8 – Bagunça e projetos inacabados
A bagunça afeta muito as pessoas, causando confusão mental e emocional. Um truque legal quando a vida anda confusa é arrumar a casa, os armários, gavetas, a bolsa e os documentos, além de fazer uma faxina no que está sujo. À medida em que ordenamos e limpamos os objetos, também colocamos em ordem nossa mente e coração. Pode não resolver o problema, mas dá alívio. Não terminar as tarefas é outro “escape” de energia. Todas as vezes que você vê, por exemplo, aquele trabalho que não concluiu, ele lhe “diz” inconscientemente: “você não me terminou! Você não me terminou!” Isso gasta uma energia tremenda. Ou você a termina ou livre-se dela e assuma que não vai concluir o trabalho. O importante é tomar uma atitude. O desenvolvimento do auto-conhecimento, da disciplina e da terminação farão com que você não invista em projetos que não serão concluídos e que apenas consumirão seu tempo e energia.
9 – Afastamento da natureza
A natureza, nossa maior fonte de alimento energético, também nos limpa das energias estáticas e desarmoniosas. O homem moderno, que habita e trabalha em locais muitas vezes doentios e desequilibrados, vê-se privado dessa fonte maravilhosa de energia. A competitividade, o individualismo e o estresse das grandes cidades agravam esse quadro e favorecem o vampirismo energético, onde todos sugam e são sugados em suas energias vitais.
10. Preguiça, negligência
E falta de objetivos na vida. Esse ítem não requer muitas explicações: negligência com a sua vida denota também negligência com seus dons e potenciais e, principalmente, com sua energia vital. Aquilo do que você não cuida, alguém vem e leva embora. O resultado: mais preguiça, moleza, sono….
11. Fanatismo
12. Falta de aceitação
Pessoas revoltadas com a vida e consigo mesmas, que não aceitam suas vidas como elas são, que rejeitam e fazem pouco caso daquilo que têm. Esses indivíduos vivem em constante conflito e fora do seu eixo. E, por não valorizarem e não tomarem posse dos seus tesouros – porque todos nós temos dádivas – são facilmente ‘roubáveis’.
O importante é aprender a aceitar e agradecer tudo o que temos (não confundir com acomodação). Quando você agradece e aceita fica em estado vibracional tão positivo que a intuição e a criatividade são despertadas. Surgem, então, as possibilidades de transformar a vida para melhor!
*Por Vera Caballero - Professora de Yoga, numeróloga, terapeuta floral, reiki master, massoterapeuta, ministra cursos e palestras sobre Bioenergias.
Retirado daqui
22 abril 2014
15 abril 2014
Lua de Fogo
Lua em Balança - Sol em arneiro
11 setembro 2013
" O Nazareno" - Madalena na voz inigualavél de Amália Rodrigues
Madalena (Segundo Acto – Tema interpretado por Amália Rodrigues)
Letra de Frei Hermano da Câmara
Eu soube, num sonho, que aí com Simão
Jantáveis, ó Cristo, de faces radiosas
E trago-vos bálsamos, trago-vos de rosas
E trago mil beijos de límpida unção…
Deixai que estas lágrimas tão dolorosas
Vos verta nos pés que iluminam o chão,
Esses pés de marfim,
Que me enchem de santa e fremente paixão,
E lembram as bases do meigo jasmim!…
Quero o eterno amor, quero o eterno amor, um amor sem vergonha,
Sem trave e sem fim, sem trave e sem fim…
Jesus Nazareno, meu sol, meu Senhor, Jesus Nazareno, meu sol, meu Senhor…
Ó Cristo e deixai que esses pés vos alague,
De prantos assim!…
Talvez que este choro os meus crimes apague,
Talvez que esta dor meus remorsos esmague,
Talvez que esta angústia me faça um jardim!
Que eu chore, que eu gema,
Numa dor sem fim,
Aos pés de quem fez da virtude um poema, da virtude um poema!
Deixai que eu enxugue com estes cabelos
Os pés já banhados por dor tão suprema,
E bálsamos verta, talvez porque tema
Que os prantos vos firam os pés com seus gelos,
Com sua postema
E amarga paixão,
Ó Cristo, Ó vidente de meigos anelos,
Jesus Nazareno o perdão e perdão, Jesus Nazareno o perdão e perdão!
13 junho 2013
Que falem as obras!
Santo António de Lisboa
15/8/1195 - 13/6/1231
29 maio 2013
A semente
“A
semente não pode saber o que lhe vai acontecer, a semente jamais
conheceu a flor. E a semente não pode nem mesmo acreditar que traga em
si a potencialidade para transformar-se em uma bela flor. Longa é a
jornada. E sempre será mais seguro não entrar nela, porque o percurso é
desconhecido, e nada é garantido... mil e uma são as incertezas da
jornada, muitos são os imprevistos - e a semente sente-se em segurança,
escondida no interior de um caroço resistente. Ainda assim ela arrisca,
esforça-se; desfaz-se da carapaça dura que é a sua segurança, e começa a
mover-se. A luta começa no mesmo momento: a batalha com o solo, com as
pedras, com a rocha. A semente era muito resistente, mas a plantinha
será muito, muito delicada, e os perigos serão muitos.
Não
havia perigo para a semente, a semente poderia ter sobrevivido por
milênios, mas para a plantinha os perigos são muitos. O brotinho
lança-se, porém, ao desconhecido, em direção ao sol, em direção
à fonte de luz, sem saber para onde, sem saber por quê. Enorme é a cruz
a ser carregada, mas a semente está tomada por um sonho e segue em
frente.
Semelhante é o caminho para o homem. É árduo. Muita coragem será necessária”.
Esta descrição da carta me faz refletir sobre todos os momentos em que
precisamos ser como a semente: aceitar o campo em que caímos e, mesmo
dentro de um casca rija, acreditar nos nossos sonhos e romper esta
casca, olhando em volta, intuindo onde estamos e para onde vamos.
Se o ambiente for inóspito, temos que, pacientemente, esperar pela
chuva e pelo sol que vêm fortalecer nosso crescimento. Temos que
encontrar uma brecha entre as pedras e os espinhos para serpentear nosso
caule e abrir nossa copa e nossas flores debaixo do vasto céu azul que
nos espera
Osho
28 maio 2013
RETORNO SOLAR - O ANO DE CÂNCER: O MERGULHO PROFUNDO NA ALMA
O resumo foi gentileza do site Personare
http://www.personare.com.br/astrologia/revolucao-solar
21 dezembro 2012
11 dezembro 2012
Na simplicidade encontramos as maiores verdades...
Senhor,
Fazei de mim um instrumento de vossa paz !
Onde houver ofensa, que eu leve o perdão.
Ó Mestre,
São Francisco de Assis, rogai por nós!
06 dezembro 2012
O tantra não é sexo!
04 dezembro 2012
Ditado Tibetano
"Se um problema é grande demais, não pense nele... E, se ele é pequeno demais, pra quê pensar nele?"
14 outubro 2012
Gula, a doença dos vampiros
15 agosto 2012
Reiki, Yoga e Tantra - O despertar da Kundalini
Mais do que isso, torna os ensinamentos das 3 técnicas inteligíveis, naturais e verdadeiramente simples.
Ah, e hoje é o dia Internacional do Reiki!
10 outubro 2010
15 agosto 2010
O Caminho Mágico de Santiago
Quem se aventura no mágico caminho de Santiago cedo se apercebe que se iniciaram dois caminhos, o caminho físico e o caminho interno... O caminho físico faz-nos andar, um passo de cada vez e ao ritmo do corpo, seguindo sempre em frente até atingir o transe dos passos ritmados que nos permite aceder às portas do caminho interno... quando o cansaço do corpo chega ao seu limite o transe começa e a mente liberta-se! É ai que começa o caminho interno, que surgem as respostas às nossas dúvidas e numa fracção de segundos se faz LUZ...
É caminhando que se faz o caminho! O caminho é único para todos os que o percorrem, dá as respostas que cada um procura, mostra-se consoante os propósitos que cada um leva...
Mostra-nos a LUZ e as nossas próprias SOMBRAS, pois somos a integração de ambas as coisas... e quem não quiser ver a sua sombra nunca verá a luz no seu esplendor máximo.
Há caminhos sinuosos, perigos, sombras, desolação, morte e finalmente um renascimento luminoso ímpar, que nos faz ver o mundo de uma forma totalmente nova, porque também nós, renascidos, temos novos olhos para ver o mundo e principalmente para nos vermos a nós mesmos, para nos ouvirmos, para ouvir o nosso eu interior, para seguir a nossa intuição, para escutar o coração, para ouvir e respeitar o nosso corpo, as nossas limitações humanas, próprias da encarnação que aceitámos viver, sem vergonhas nem culpas porque somos HUMANOS.
Pelos caminhos de Santiago andei, descansei, partilhei, rezei, sorri, cantei, agradeci as muitas bênçãos recebidas e chorei...
Sete dias depois, 280 Km percorridos e algumas bolhas nos pés cheguei às portas da grande catedral. Era noite! O grande caminho de estrelas brancas brilhavam no Céu. A imensa Via Láctea dava-me as boas vindas... chegámos!!!
01 agosto 2010
A caminho de Santiago
Até breve...
23 junho 2010
Mais uma noite de São João

Hoje saí à rua a cantarolar porque é noite de São João!
Estava com esperança de encontrar uma fogueira num dos páteos alfacinhas, mas nem balão nem fogueiras de São João!!
Nenhuma das travessas, páteos ou ruelas da Penha de França até à Graça... Nenhuma!
Que se passa com os bairros típicos de Lisboa?... A noite caia fresca e voltei para casa, sem manjerico nem balão, mas ainda assim apetece-me cantarolar vivas a São João!...
17 fevereiro 2010
15 fevereiro 2010
A dinâmica dos relacionamentos

O que é o amor afinal? Porque é que toda a gente vive em busca de um relacionamento???
Desta vez acho que fiz uma abordagem pragmática, clara e esclarecedora... Nada de dados científicos nem explicações sociológicas, é muito simples, todos buscam um relacionamento, porque este é fonte de energia... Confusos?Passo a explicar...
Parte I - O encantamento
O amor é cego e louco, isso todos nós sabemos de cor e salteado (por vezes nem tão cego, nem de todo louco, mas isso são contas de outro rosário, aqui só vou tratar do verdadeiro “amor”, do tal que é cego, quase surdo e muito louco), e porquê? Porque o que nos atrai é a energia daquele ser especial que provém da sua conexão consciente ou subconsciente à Energia Vital do Universo. É essa abundância de energia que atrai os outros. Aquela energia que não se vê mas que se sente, aquele calor que sobe pelo corpo e num ápice já nos domina... A energia que nos toma os sentidos, nos tolda os pensamentos e nos faz ir até ao fim do mundo... Sem querer saber de mais nada só queremos estar com a pessoa, só pensamos nela, esquecemos a aparência, deixamos de ver se é bonita ou feia, alta, baixa, magra, gorda ou desajeitada…só vemos o que de bom essa pessoa nos faz sentir e viver! Depois vem a outra face da moeda, será que essa pessoa também sente o mesmo por nós? Será que também nós estamos conectados com a fonte e somos possuidores dessa energia fantástica que atrai os outros como aquele ser nos atrai a nós? Se sim, dá-se o fenómeno extraordinário, o sentimento é recíproco, 1+1 é igual a relacionamento, relacionamento igual a sexo, sexo igual a canal privilegiado de energia que nos une ao outro, ao planeta e ao divino!!
Parte II - O desencanto
Mas se esta energia é extraordinária e nos faz sentir nas nuvens, porque é que os relacionamentos se desmoronam? Porque à medida que vamos conhecendo melhor o outro percebemos que o ser divino pelo qual nos apaixonámos é afinal um ser humano, com muitas virtudes e defeitos, e quanto mais e melhor conhecemos os seus defeitos mais tendência temos para fazer comparações, com os outros e consigo mesmo. Numa 1ª etapa colocamos o ser antes endeusado ao mesmo nível que nós, depois à medida que encontramos mais defeitos e que eles vão ganhando peso começamos a ser menos tolerantes, as pequenas coisas que não víamos , passam a ser irritantes, começa a haver desgaste e ai o ego fala mais alto e diz, afinal eu sou melhor, porque nunca vemos os nossos defeitos e se vêmos somos indulgentes comnosco. O outro deixa de ser um meio de potenciar a energia que temos ao nosso alcance através da parceria estabelecida, embrenhamo-nos nos assuntos do dia a dia, trabalho, família, filhos, casa, contas e mais contas… a união feliz dá lugar a negociação de interesses e agenda comum. Depois as discussões por tudo e por nada, o ver quem faz mais ou menos, quem tem razão, quem está mais cansado, quem é mais merecedor… Deixa de haver partilha energética, o canal privilegiado que antes dava acesso a um turbilhão de energia, deixa de o ser, pois no egoísmo de quem não se dá ao outro, de quem não se entrega inteiramente ao universo que os une, transforma-o em forma mecânica de satisfação imediata onde quem pretende toda a energia para si mesmo, nada retira da fonte infinita do universo. O relacionamento passa a ser uma luta cerrada por um bem que no início era abundante e gratuito e que passou a ser escasso – Energia. Como é cada vez mais dificil estar conectados com a fonte, vivem para roubar a energia do parceiro e isto é a ruína de qualquer relacionamento, quer ele termine em separação, quer se viva o resto da vida numa relação infeliz. Se há separação o ciclo recomeça, se a conveniência, comodismo ou a falta de coragem têm mais peso que a infelicidade, há traição, raiva ou pequenas vinganças diárias que transformam a vida em comum num inferno e levam as pessoas à loucura…
Parte III - A ilusão
E se o sentimento não for recíproco à partida? Bom, das duas uma, ou não possuímos a tal energia catalisadora ou a outra pessoa não está disposta a ceder a sua própria energia, porque sente no outro um vampiro energético que não estando conectado à fonte universal quer apenas obter a energia de que carece através de si e aí nada feito...
Começam mais chatices, pelo menos para uma das partes interessadas, e o amor que já era cego e louco, transforma-se em ilusão, obsessão doentia capaz de todas as loucuras até se autodestruir e destruir o outro caso surja oportunidade.
30 outubro 2009
O Reiki e a Fénix
Ao falar com colegas de trabalho a respeito de energias e protecção no ambiente de trabalho que é tantas vezes pesado, falámos de Reiki e da forma como podemos obter imunidade ao turbilhão de pensamentos, emoções e sentimentos que nos rodeiam através do Reiki. A determinada altura pergunta-me qual era o meu nível de Reiki e eu disse que tinha o nível II e estava a preparar o III. Então veio a observação: Ahhh, então vais ser MESTRE!!!! Eu sorri perante aquela afirmação entusiástica e respondi que sim, mas que ser-se Mestre passava por ser Mestre de si mesmo, que esse sim é o verdadeiro Mestre. Pareceu surpreendida ou mesmo desconcertada com a resposta.
Mais tarde ao recordar-me da conversa fiz a correlação entre alguém que se torna mestre de si mesmo e a mítica Fénix que renasce das cinzas. Quem é mestre de si mesmo conecta-se ao infinito e renasce todos os dias revitalizado e cheio de energia para mais uma etapa, para um novo dia, todos os dias...
29 outubro 2009
Dalai Lama
Um dia fizeram a seguinte pergunta ao Dalai Lama: O que mais o surpreende na humanidade? Ele respondeu: "Os homens... Porque perdem a saúde para juntar dinheiro, depois perdem dinheiro para recuperar a saúde... E por pensarem ansiosamente no futuro, esquecem o presente de tal forma que acabam por não viver nem o presente e nem o futuro. Vivem como se nunca fossem morrer... E morrem como se nunca tivessem vivido."
Dá que pensar...
28 outubro 2009
O que é o Reiki ?
Neste último fim-de-semana, fui confrontado com a pergunta... Tinha acabado de fazer um tratamento à minha avó que sofreu uma queda e estava ainda um pouco dorida. Ofereci-me para fazer um tratamento e ela aceitou. Foi a primeira vez que lhe fiz um tratamento e portanto tudo era novo para ela, o calor intenso, o bem-estar e a sede que veio no final. Quando se recompôs e se sentou no sofá perguntou: Mas afinal o que é isto do Reiki? Pensei um segundo na forma de o explicar a alguém com 86 anos que nunca ouviu falar de Reiki de forma clara e objectiva, falando a sua própria linguagem e respondi: O Reiki é cura energética pela imposição das mãos! E como é uma católica fervorosa acrescentei; Jesus disse que se tivermos Fé, nem que seja do tamanho de um grão de mostarda, seremos capazes de fazer coisas iguais ao que ele fez e coisas maiores ainda. Ficou satisfeita com a resposta e percebeu claramente o que quis dizer. Como percebi que ainda assim tinha ficado a pensar na minha resposta continuei... Hoje em dia os tratamentos de Reiki já são utilizados em vários hospitais nos Estados Unidos, Inglaterra e até em Espanha, com óptimos resultados na recuperação dos doentes no pós-operatório ou na recuperação de doentes oncológicos após tratamentos de quimio ou radioterapia, proporcionando mais conforto e bem-estar e uma recuperação mais rápida. É Deus quem opera a cura, nós somos apenas o instrumento para realizar o tratamento. Vi um brilhozinho nos olhos da minha avó e um sorriso que confirmava a aceitação da explicação. Quando mais tarde fui leva-la a casa, já no carro, perguntou-me onde é que eu tinha aprendido Reiki. Percebi a importância da pergunta e o alcance subjacente. Disse-lhe que tinha feito um curso, que tinha sido caro, mas que valeu bem o investimento, pois agora podia fazer auto tratamentos diariamente e à família também sempre que fosse necessário em vez de pagar pelos tratamentos que custam entre 30 e 50 €. Sorriu, entendeu e valorizou o tratamento de Reiki que recebeu, na despedida agradeceu. Foi a minha vez de sorrir interiormente, porque será que na maior parte das vezes as pessoas só valorizam o que conseguem quantificar?
Achei graça ao episódio e fiquei contente por ter conseguido explicar à minha avó o que é isso do Reiki...
09 setembro 2009
Cadeira de são Gens
Dirigi-me para a porta e entrei, um grupo de mulheres rezava o terço, contemplei o templo e rezei com elas, depois sentei-me. Algo me disse para aguardar e a missa começou dentro de breves minutos, estava encantado com a energia, com a vida, com a sorte e com o facto de poder estar no sitio certo na hora exacta! A igreja abre ao público todos os dias das 15h às 18:30h e imaginem, em 5 anos nunca tive a oportunidade de lá ir nesse período de tempo. Quando a missa estava prestes a terminar, entra uma Sra. Grávida acompanhada de uma outra, mais velha. Aí então fiquei de olhos arregalados! Seria possível que aquela mulher estivesse ali para se poder sentar na mítica cadeira de São Gens e pedir um bom parto? Nem estava em mim, os olhos certamente faiscavam e tinha um dos meus mais rasgados sorrisos no rosto. Como é que era possível? Anos a ouvir a lenda da cadeira de São Gens, na qual se sentavam as mulheres com dificuldades em engravidar e aquelas que vinham de todo o país pedir um bom parto desde a idade média, e cuja tradição julgava perdida desde o início da sec. XX, viva e inalterada diante dos meus olhos, no primeiro dia em que consigo visitar a igreja. Aguardei! Finda a celebração da missa as mulheres dirigem-se à sacristia e pedem acesso á cadeira de São Gens. Presenciei uma das mais antigas tradições religiosas em Portugal, a Sra. sentou-se, acendeu uma vela, rezou e saiu deixando vela acesa, pedindo à Virgem e a são Gens protecção durante o parto, para si e para a criança que ia nascer dentro em breve seguramente, a avaliar pelo tamanha da barriga que ostentava. Saí também, cheio de energia, a flutuar, com a cabeça nas nuvens e alegria no coração. Voltei pra casa depois de um bom pedaço a ver a vista, naquele que é um dos miradouros mais emblemáticos de Lisboa. Deitei-me cedo, dormi profundamente sem me lembrar do que sonhei durante toda a noite e acordei de madrugada com uma trovoada de verão a cair sobre a cidade, do rio e da minha cabeça… energizando tudo e todos … deixo-vos com a “prova” fotográfica.














